
Ouvir o pessimismo cansa absurdamente.
You have the power, shit!
Um pouco de otimismo se não fizer bem, mal também não fará.
A dificuldade faz a força lol.
Ouvir o pessimismo cansa absurdamente.
You have the power, shit!
Um pouco de otimismo se não fizer bem, mal também não fará.
A dificuldade faz a força lol.
Meia noite.
A mega ultra legal promoção Faça um BUUUM bem grande! terminou.
Depois de muito esforço para decidir qual dos emails seria o escolhido o jurado optou por um. Não haveria mais dúvidas.
O melhor BUUUUM foi feito por...
*momento suspense XD*
*rufar dos tambores*
*rufar dos tambores 2*
Camila Chagas!
Sim, sim, sim! Queridíssimos e queridíssimas, Camila Chagas enviou um texto muito legal no dia 2 de novembro (já faz tempo isso) e foi a escolhida entre os vários emails recebidos =D (quase mil e duzentos, acreditem!)
O que ela enviou você poderá conferir no próximo post.
Ela ganhou a super bonita e espetacular camisa =)
Parabéns, Camila!
*acertaremos o dia da entrega ;*
Eu ia deitar e fechar os olhos um minuto, mas de que adianta se eu continuo pensando?! Acabo é escrevendo, pelo menos eu deito nas letras.
Aconteceu sábado. Pela terceira vez e por motivos diferentes ela foi naquele mesmo lugar e aparentemente fazer a mesma coisa. Naquele dia, com céu de um azul claro e floquinhos de algodão, ela resolveu sentar em um lugar mais reservado.
Nunca havia visto tanta criança alí, e ficou observando.
Mexeu em alguns papeis quando de repente ouviu uma música. Uma música entre cortada de pausas e retomadas bruscas, mas tão suave; por vezes melancólica.
Não leria mais, ficou a escutar a tal música que pairava no ar e vinha do outro lado do muro. Tinha vergonha de chegar mais perto daquele muro que a separava do desconhecido.
Qual instrumento era aquele?
Que música era aquela?
Quem estava tocando?
Homem? Mulher?
Um vento bom balançava as árvores e a música continuava transpassando os muros e ecoando pelo lugar.
Quatro crianças apareceram.
Um cacheado, outro curtinho, uma de trança e outra de boné. Aparentavam ter entre três a quatro anos e vinham correndo com a intenção de brincar. Um, não lembro mais qual, ouviu a música e disparatou de encontro ao muro, passou pelas plantas e ficou por trás do jardim. As outras três não demoraram a ir.
As quatro crianças fizeram exatamente aquilo que ela gostaria de ter feito. Colaram os ouvidos na parede e ficaram a escutar.
Depois de alguns instantes saíram correndo pra contar a mais alguém o que ouviram.
Ela levantou. Foi disfarçadamente para perto de uma árvore e se encostou ali para ouvir melhor.
No seu pensamento só uma coisa reluzia, as crianças fazem tudo aquilo que as pessoas grandes sentem vontade.
A música emanava no ar um cheiro de terra do nunca.
Depois de vários dias de muita chuva o céu parecia dar uma trégua.
Foi de manhã bem cedinho quando isso aconteceu.
As pessoas cansadas de tantos dias em casa esperando a chuva passar abriram as janelas. Fuuuu, um vento frio entrou pelas casas, um cheiro de barro molhado e as plantas arriadas por tanta água.
No céu algumas pessoas viram apontar um balão. Um balão vazio.
Ele abriu a porta e um vento forte o suspendeu do chão.
A vizinha fofoqueira largou o cachorro e correu para a janela.
A menina, o irmão e todos da cidade naquele dia abriram as portas para ver o menino sair do chão e flutuar.
Não demorou muito para sentirem o cheiro de terra molhada e o friozinho subindo pelos pés.
O balão vazio, na verdade, estava cheio de loucura.
*Os desenhos foram feitos por mim numa noite de lua cheia e mente aberta xD.
Eu, a garota sem sentimentos, chorei por uma planta.