
Não entendo como, mas ler ‘A arte de escrever’ tem me deixado com borboletas no estômago.
Nesse novo ano... As palavras irão fluir de uma fonte inesgotável e um sorriso despontará quando isso não for mais problema e as idéias ganharem cor, forma, tamanho, vida.
Que a capacidade de imaginar e a loucura do pensar sempre nos acompanhe, porque sem isso nenhuma palavra terá sabor.
Amém.
Romper de ano e as pessoas correm em busca de roupas novas ou de um bilhete para ingressar na viagem às 23h do dia 31 com a quase certeza de que conseguirá fazer uma viagem de cinco horas em cinqüenta e nove minutos para chegar com gostinho de viagem, ou vômito.
Bem, isso na verdade devia ser uma nota para os leitores, let’s go !
Para todos que acompanharam minhas idas e vindas nesses textos sem pé nem cabeça, minhas loucuras mal escritas e prolixas, todos que tiveram paciência em ler a mesma coisa escrita de maneiras diferentes, gastaram seu tempo tentando entender qualquer coisa sem sentido e fizeram a alegria de estar sempre comigo é com grande calor no coração que agradeço pela companhia, meus velhos e grandes companheiros de viagem, que sempre navegam comigo pelos mais diversos oceanos do pensamento.
Caravelas dispostas, marinheiros sempre em frente de batalha, e eu mexendo com os palitinhos em historias que talvez nunca tenham um fim...
Hoje coloco meus marinheiros em mais um barco, porque ‘todo abismo é navegável a barquinhos de papel’.
Sou grata por saber que não estou só.
A solidão... aaah, a solidão...deixa isso pra outra hora, são outros quinhentos.
Que a loucura sempre esteja com você!
Engraçado pensar que é um dia como outro qualquer.