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domingo, 1 de março de 2009

Um cálice de poesia.

Eu já cansei de pensar que ninguém vai me entender.

Já faz um tempo que venho tentando me encontrar nesse planeta; sonhando sozinha, andando por aí.



Me encanto com a sensibilidade das pessoas que vejo.Um mundo que se resumia a pedras e vento seco agora se enche de luz, remanescente da alegria de encontrar por algum acaso a poesia que transborda dessa gente.



Um gesto,


Um olhar,


Um beijo - suave e progressista,


Um mundo,


Um caminho,


Um cálice de poesia, simplicidade e beleza.


Uma beleza grotesca e rústica daqueles que se descobrem aos poucos, imaginando, quem sabe, de qual mundo vieram ou porque lhes foram dados olhos que encontram magia e perplexidade em todas as direções.




Tudo possui um encanto, é apenas uma questão de simplicidade do espírito.





'Andando na rua encontrei um cálice de poesia que transbordava à medida que via os sonhos caminhando incessantemente em busca de si mesmo.








Toda flor tem seu cálice, sua taça, seu copo de leite.


domingo, 11 de janeiro de 2009

Especial Verão chegando ao fim...

As idéias já se foram, mas as fotos ainda estão aqui.





Virada de ano - apreciando os fogos da Barra no breu.

Breu lá e breu cá, não lembro de ter visto muita coisa.







Nova modalidade de Champanhe - Água gaseificada sabor limão, comprada após os fogos de artifício.







Passeio turbulento. Família trapo em ação.






Acho que a virada do ano não foi muito poética, falta um pouco de sensibilidade para as coisas cotidianas.

Na praia, sem luzes e vestidas de branco na maioria das vezes, as pessoas - inclusive eu mesma - não tiveram noção da beleza a que foram proporcionadas. Apreciar os fogos de artifício na virada do ano de um lugar escuro não é opção pra todo mundo - no caso não houve opção, mas seria uma bela escolha.

A quantidade de pessoas ao redor apenas afligia o medo de ocorrer um assalto inesperado e, armados com garrafas de champanhe os pais de família se mantinham alertas para qualquer movimento suspeito que podesse levar embora o dinheiro da cerveja.

Após os poucos e longos minutos de alegria, muitos cabisbaixos voltaram rumo a suas casas com suas roupas novas e penteados elaborados, seguravam os sapatos.

Parei um instante para olhar a cena, esperava que de alguma casa saísse uma santa no andor, parecia uma procissão, em que pessoas cochicham e pagam promessas vestidas de branco pelas ruas.

A falta de luz não permitiu decifrarmos trajes, pele ou religião, tivemos uma virada de ano por igual onde todos viraram um na escuridão.

Queria ter notado a beleza disso mais cedo, mas fico feliz por ter notado agora, “antes tarde do que nunca’.


Existem mais fotos, inclusive a de um cacto da praia, mas estou com problemas para enviar para o computador...quem sabe algum dia...


Um Feliz Ano Novo!


Todo dia começamos uma vida nova.

Como não terei mais dados para coletar esses dias, o Especial Verão entrará em recesso, mas não se preocupem que o carnaval virá e dessa vez vamos jogar peteca com ele, porque farofobol na praia ninguém merece.