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terça-feira, 12 de abril de 2011

Mudanças


O Loucura Contagiosa tem a alegria de dizer que hoje, 12 de abril de 2011, completam-se 50 anos desde que o homem fez a sua primeira viagem ao espaço. Isso mesmo! Apenas e somente cinquenta anos.



De repente tenho a sensação de viver a Revolução Tecnológica.

Ao infinito e além!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Minhas ilusões... são construídas com blocos de palavras.

Enquanto conversava com uns colegas ouvi alguém dizer que para dar um conselho a uma pessoa pediu inspiração a Deus antes de falar, na hora não entendi a preocupação, hoje acredito que havia uma grande porção de razão, a palavra exerce um poder tão grande que um simples comentário pode mudar uma vida.

Minhas experiências, tão poucas, mas que me ajudam a construir uma visão ampla e diversificada me apontam uma linha entre meus pensamentos, uma linha fina, transparente e muito bem esticada.

Um fio por onde gotas de todas as cores e viscosidades escorrem.

Gotas de palavras.

Acho que não precisei estar a beira da morte para descobrir uma das coisas mais peculiares do ser humano, o poder da palavra. Não, não ando lendo auto-ajuda, somente observando a vida, as pessoas e as palavras.

Desgostei (inconscientemente?!) das minhas leituras? Da ânsia de aprender?

Ah, que triste fim seria se eu não tivesse conseguido voltar ao menos um pouco desse buraco, isso tudo por causa de algumas palavras proferidas sem o sentido de me afetar, talvez.

Disputas e desavenças são construídas com palavras. Atos? Às vezes, mas normalmente se iniciam por excesso de palavras ou ausência destas.

Conselhos são dados, pensa-se até que pra nada servem, só que não sabemos que muito já foi absorvido sem percebermos.

A palavra proferida não é vista apenas sentida.

Um pesar pode ser amparado com palavras leves e tranqüilas.

Quantas vezes me arrependi por causa da palavra?

Mas quantas vezes ela já me fez feliz?


Palavras... Que Deus nos ajude a ter bom senso.


Hare Krishna !


sábado, 7 de agosto de 2010

Me aguardem... muahaha

Faz tempo que eu não passo aqui... Tenho até vontade, mas por enquanto há mais um monte de coisas na frente e esperando serem feitas.


O Loucura está fechado para balanço até o final desse mês de agosto.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Ganbatte!

Bem, quem me conhece sabe que de tempos em tempos eu acabo criando uma história nova, mas atualmente apesar de ter as ideias, sonhos e visões do futuro (pressão psicológica x) ainda não tive algo essencial para arrumar as palavras no papel, atualmente chamado Word, falta-me tempo!
Gente, mas falta tempo pra tudo! Pra estudar, pra limpar a casa, pra me coçar! Aaah, pra limpar a casa... quando não é tempo é vontade.



Pois não deixem o locura só porque não tem nada de muito bom por aqui.hihihi. Eu tenho medo do escuro se não tiver uma parede atrás de mim u-u então, não me deixem só. (O que isso tem haver nem eu sei...) Tem um texto guardado, mas ele é mais um suspiro do que outra coisa. Atualmente venho suspirando com frequencia... talvez seja o retorno da falta de ar.



Lembrete
Minhas ideias se enveredam para:
1) Novas formas de relações interpessoais
2) Barro, pedra e romaria.
3) Música, filmes e afins
4) Senta que lá vem história


.......

Mas enquanto o tempo não chega eu vou vivendo de Ganbatte !

Go go go Lelena-chan!

domingo, 6 de junho de 2010

Um pirulito para cada coisa louca que você pensar depois de ler ...

Já tive tantas idéias... devo ter inventado uma montanha de histórias, mas só me lembro de uma por enquanto. E... não sei, fiquei com vontade de contar.

Andando pela rua larga e deserta, o menino sentiu o ventinho gostoso alisando seu rosto. Na direção do mar, ao longe, se via uma nuvem de pássaros gritando e voando, por trás uma matilha de vira-latas se engalfinhava e corria.
Era o dia da escolha.
Os cachorros de repente correram em sua direção puxando suas pernas, os pássaros deram vôos rasantes e seguraram seus braços.

O menino no meio não sabia o que fazer... se deixasse arrancar as pernas seria livre para voar, mas se levassem seus braços poderia continuar andando. Uma disputa louca e disparatada havia iniciado, mas ele poderia dar um fim escolhendo entre céu e terra.
Depois de muito se esticar decidiu.
Os cachorros levaram suas pernas e seus braços se transformaram em asas. Voou alegre sobre o mar por muito tempo, até que ficou com fome. Observou os outros pássaros e resolveu comer como eles. Pegou altitude e desceu velozmente de encontro ao mar, capturaria um peixe para matar a fome. Entretanto, o impulso havia sido tanto que quando mergulhou não teve forças para subir. Molhou as penas, se afogou e morreu.
Os pássaros ficaram tristes e acharam que havia sido um erro ele ter escolhido ganhar asas. Talvez tenha sido um erro mesmo, já que ele não aprendeu a sobreviver com elas.
Ganhara asas, mas não havia deixado de ser menino.