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domingo, 18 de dezembro de 2011

Carne




O corpo é belo por si só. Sua proporção, curvas, nuances, cor, cheiro e textura se juntam para formar o esplendor que caminha pelas ruas exalando sensualidade.

O movimento na dança energiza, palpita o coração e se revela hipnotizante quando menos esperamos. A leveza dos braços junta-se com a música que invade, e faz o sangue ferver o corpo que mexe, sacode, gira, embala, enlouquece a carne. Carne do pecado. Carne do prazer. Carne da paixão. Carne.

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As pessoas precisam de comida, água, roupa, casa, circo, sexo... e eu aqui querendo cultura.

sábado, 10 de setembro de 2011

Fora da realidade

Quando você pensa sobre

Amor
Status
Compromisso
Dinheiro
Decisão
Interesse
Desejo

É melhor estar com os pés no chão
ou com a cabeça nas nuvens?




Nessas horas eu sempre descubro o endereço do meu universo paralelo.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

É hoje, nêga!

Se eu pudesse extravasar tudo com um grito eu gritaria, mas gritaria até não ter mais voz.

Se eu desse um murro na parede e com isso extravasasse eu quebraria com o punho todo pedaço de bloco que aparecesse na minha frente.

Faria qualquer coisa! Quebraria pratos, lascaria a roupa, me jogaria contra o chão... Algo que extravasasse essa energia que fica remoendo dentro de mim.

Uma sensação abafada, como uma panela quente.

Hoje eu lascaria os livros, arranharia os CDs e jogaria a televisão pela janela.

Hoje eu preciso extravasar. Vou lascar lavar as roupas e arrancar pentear os cabelos, quebrar varrer a casa... Talvez uma faxina caia bem.

(...)

Sabe, acho que já extravasei só em escrever, deixa a faxina pra outra hora.


Mas qualquer coisa me segura que eu ainda estou morrendo pra quebrar aquele prato na parede.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Hoje ?

Hoje eu acordei com vontade de mudar. Mudar o mundo, as cores, as formas, os gestos... Mas acho que vou começar trocando as meias.


Não sei o que acontece (...) já se foram mais de tantas palavras (entenda que eu escrevi e apaguei nx*) e aparentemente nenhuma se encaixa, as palavras lutam na minha cabeça.
A consoante já puxou o cabelo da vogal e arremessou contra a parede de palavras - o juiz apitou e declarou como golpe baixo, a platéia vaia.
A vogal recuperada dá um golpe certeiro na consoante que desmaia na corda.
5, 4, 3, 2, 1 – A consoante não levantou. Game over.
Os torcedores vão à loucura.


Toda segunda e quarta eu passo por um lugar bem alto e em uma das beiradas sempre reparo um homem sentado. Talvez ele não olhe pra baixo. Me agonia profundamente a possibilidade dele sair voando e eu não estar na hora pra ver.



Ah! Não poderia esquecer de contar.
Descobri!
As pessoas que me conhecem não notam mais, só que existe um vicio enorme, abissal e que me acompanha por anos... Algo que quem não me conhece já provou e provavelmente não entendeu. Agora eu sei um dos motivos do meu vicio.
Controlá-lo? Jamais!
Estuda teus vícios sempre.



*nx = n vezes, mesmo u-u

sábado, 8 de agosto de 2009

Quero ir pela primavera .

Sempre faça aquilo que você acha que deve ser feito no momento em que tiver a plena certeza de que chegou a hora. Não deixe a hora passar, não espere ela ir embora por tolice.

Vá!

Os momentos por mais parecidos nunca serão os mesmos.

O que virá depois é digno de pena para os deuses, Oh, reles mortais!