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segunda-feira, 4 de maio de 2009

''Eu sei que determinada rua que eu já passei Não tornará a ouvir o som dos meus passos.'



Vou falar de uma história que além de mim só uma pessoa conhece, e mesmo assim não sabe por inteiro, não se preocupe se não entender, nada passa de um fato consumado pela imaginação... ou não.


A rua onde fica a minha casa não é a dos bobos número zero, mas silencia de passos e vozes com freqüência. Saí durante a tarde e deixei a chuva fraca vir ao meu encontro quando ventou, não consigo explicar direito, mas a sensação foi de ter tapado os ouvidos e escutado o sussurrar daquela ventania. Um aperto no coração se apossou de mim. As árvores se sacudiram e eu fui remetida a um conto que imaginei há alguns anos e tentei escrever (não obtive sucesso nessa minha tentativa, mas era pra ser um livro) esperei pra ver o que acontecia andando mais devagar.


Me convenci apenas que estava louca, a continuação seria eu no chão morrendo lentamente.

Fui ao chão hoje.


Agora espero encontrar os outros personagens.

sábado, 31 de janeiro de 2009

.Apreciando as flores no meu jardim.

Plim Plim

[...]

O coração bate tão forte e se aperta no meu peito que eu acabo me afogando no travesseiro.
Tento não me impressionar, mas as batidas intercalam entre vontade de bater e a de não bater mais.
O céu de azul passou para cinza. Não que eu esteja com problemas de visão, mas as cores estão fugindo para algum lugar longe de mim.

O barulho não incomoda mais. O incomodo são as batidas do meu coração.

Uma noticia ‘ruim’ mesmo quando esperada causa um universo em preto e branco.
Ele é belo mesmo assim...