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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Deus nos proteja


Deus me proteja de mim e da maldade de gente boa.
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde ilumine e zele assim

Deus me proteja de mim e da maldade de gente boa.
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde ilumine e zele assim

Caminho se conhece andando
Então vez em quando é bom se perder
Perdido fica perguntando
Vai só procurando
E acha sem saber
Perigo é se encontrar perdido
Deixar sem ter sido
Não olhar, não ver
Bom mesmo é ter sexto sentido
Sair distraído espalhar bem-querer

Salve, Chico César!



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Viciada em letras.

E um aperto no peito me faz lembrar que é escrevendo que as minhas dores se vão, que esqueço as mágoas e espero a chuva cair para refrescar a noite que já vai pela metade.

Eu preciso de você... E é assim que Maria Bethânia começa a cantar, lentamente, como se cada palavra precisasse de um tempo certo para ser pronunciada, e de um modo particular me faz pensar nas pessoas que atravessaram a minha curta vida de vinte anos, mas que às vezes parece a idade do mundo.
Meu amanhecer é lindo... Eu também acho que o amanhecer é lindo principalmente quando temos a sensação de que nada dará errado por mais que algo ruim aconteça.
Porque tudo que eu andei procurando pela vida agora eu sei... Na verdade eu não sei não. Talvez eu até saiba, mas do jeito que as coisas caminham por aí tem dias que é melhor se fazer de bbb, burro, besta e biruta.
Como a abelha necessita de uma flor... Ela continua cantando e percebo como as pessoas se metamorfoseiam. A mente e o corpo tão próximos e distantes por frações de segundos ou quanto durar um pensamento, fazem a face se abrir em um sorriso.
E é por isso que eu preciso de você... Ela então termina, alguém toca um instrumento ao fundo e eu fico cá com meus botões.



"Menina amanhã de manhã quando a gente
acordar quero lhe dizer que a felicidade vai..."



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Nesses momentos eu paro e penso o quanto sou estranha...

Ouvi dois comentários que me deixaram perplexa. Não tinham nenhuma relação sobre a economia mundial, lançamento de satélite, nem mesmo era sobre o pensamento de Platão.

Um comentário foi feito pela minha tia durante o são João do ano passado, posso transcrever como se acabasse de ouvir, ela disse: Por que o pão nunca chega quente aqui em casa se o tio é o padeiro?

Achei aquela pergunta incrível, nunca na minha vida eu iria associar aquelas duas situações para mim tão distintas. Por que? Por que, meu Deus? Por que o pão só chegava frio se a padaria era na rua ao lado e o tio era o padeiro?

Nunca consegui imaginar uma boa resposta. Ainda hoje quando penso nessa frase sinto uma perspicácia fora do comum.

Outro dia estava eu assistindo a um programa na televisão e vi uma criança fazendo uma pergunta que me deixou boquiaberta. Durante uma gravação na NASA (sim, levaram uma criança para conhecer a NASA... demorei a acreditar) eles mostraram como funciona o vaso sanitário de uma nave espacial e o seu esquema de espelho e câmera para que a pessoa possa observar em uma TV se está colocando o seu #@ no lugar certo. Naquele momento simples onde a informação era passada e deglutida ela perguntou: Mas se você vai fazer as necessidades aí não vai sujar os espelhos? (a pergunta tinha esse sentido, mas não era bem assim...). Deram uma explicação para ela, mas naquele momento eu pensei como coisas simples nos passam despercebidas. Depois de um tempo nos acostumamos a aceitar as coisas sem refletir ou pelo menos prestar atenção ao que acontece ao redor, assim as coisas ficam mais rotineiras, vivemos tranquilamente e aparentemente deixamos de pensar besteiras (será mesmo?), mas para mim perdemos a oportunidade de ter ‘sacadas’ simples do cotidiano que quem sabe poderiam mudar nossa vida ou ao menos deixa-la mais divertida.




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Well, I feel so broke up I want to go home..

Mais um ano se passou e continuamos a viver a vida de sempre, a vida do ano passado ou retrasado, com a eterna esperança de vida nova.


Que esse ano eu me renove todos os dias.



Feliz 2012!




terça-feira, 1 de novembro de 2011

Prisão aberta


Às vezes lembro como é difícil ficar no silêncio e na escuridão. Você abre os olhos e um manto negro está estendido à sua frente, concentra-se para escutar e o máximo que seus ouvidos captam é a própria respiração. Um pânico misturado à tranqüilidade transpassa o corpo e simplesmente não consigo decidir entre voltar ao mundo ou continuar na caverna.


Não é de agora que percebo que um dos pertinentes problemas do ser humano é a comunicação. O excesso ou a falta muitas vezes é capaz de construir - ou não, imagens errôneas. As palavras desconexas, as idéias que se perdem sem serem verbalizadas, os pensamentos que se desviam do objetivo, ajudam a fazer o trânsito da comunicação ser algumas vezes pior que os engarrafamentos enfrentados no horário de pico. Cada um tem o seu ponto de vista, suas ânsias e deficiências, mas todos querem ser compreendidos.

A fala através do corpo inconscientemente surge numa tentativa de suprir com os gestos aquilo que não foi dito pelas palavras, e com isso há a diferença na expressão gestual entre indivíduos extremos na capacidade para verbalização.

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Eu penso.

Eu penso que penso.

Eu penso que posso pensar.

Eu penso que não sei pensar.

Eu penso que quando penso não penso.

Eu penso no peso do pensamento na vida.

E enquanto peso vivo.

Algum dia chegarei à conclusão de que o ser humano não pensa apenas é.


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Meu pensamento é liberdade em cárcere privado.



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Roda viva

(Talvez eu nunca entenda...)


Os dias passam tão lentamente e o ano tão rápido que apesar de vivermos pensando que o mundo continua o mesmo nesse mudar de ontem para hoje transitamos num meio de continua metamorfose, rumo ao dia de amanhã, esse desconhecido que se assemelha tanto com o presente.

Pelo poder da mão invisível, do sistema, dos radicais ou quem sabe por que o preço do pão aumentou hoje entramos em casa, nos trancafiamos nas quatro paredes do quarto, e apesar da casa só ter alguns poucos metros quadrados não chegamos nem a percorrer todos os cantos. Até mesmo a sala, point de encontro para ver a novela, foi trocada pelo monitor, CPU e amigos virtuais ou então por um outro aparelho de TV que fica isolado em um canto para com privacidade assistir ao jornal das sete.

Falar com o vizinho vem se tornando o inferno astral para qualquer um. Algumas vezes reconheço problemas para construir uma conversa sem me embolar nas palavras... Falta de prática?

O que será que será? Por que de repente se tornou tão difícil viver, sonhar e estar coletivamente? Serão as futilidades do mundo? As disputas? A mesquinharia? O individualismo? O rei do umbigo maior que o cérebro? Os valores? A tecnologia? Ah, todos sempre querem culpar a tecnologia, mas pode ser até mesmo uma reformulação na visão do que é importante para nossas vidas, o que não quer dizer ser um progresso.

Passamos por uma era que dará bastante trabalho para os alunos estudarem para a prova nos futuros anos. Uma era de transformação do ser social.


Sorrisos gastos sendo reutilizados, beijos apenas reproduzidos e abraços tão enferrujados que até bate uma estranheza quando aparece sinceridade nos braços que nos envolvem.


Espero encontrar antes da hora do chá a alegria de olhar nos olhos

e os confundir com flores em um imenso jardim.



(...Ou quem sabe eu já tenha entendido, mas faz tanto sentido que parece ser incompreensível.)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Enquanto o sono não chega




Àquela hora a madruga já estava indo embora, eram quatro da manhã e não havia dormido nada durante a noite de domingo para segunda. Deitou na cama, virou de lado, ligou o ventilador, fechou a janela, deitou no sofá, fitou o teto. Não sabia o porquê de não estar conseguindo dormir. De repente se deu conta que havia tirado o anel, e surpreendentemente, não estava sentindo a falta dele em sua mão, era como se algo estivesse atraindo toda a sua atenção de forma que nem algo tão incomodo (acredite, a sensação do anel preso no dedo levava dias para passar) conseguia lhe chamar a atenção. O que será que será?

Abriu uma página na internet e ouviu um rock melódico enquanto pensava na vida. Desistira de dormir, aquela noite seria dedicada a sentir seus medos, ansiedade, prazeres.


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De uma forma ainda pouco compreendida conseguia passar um ar de confiança que parecia sempre invadir quem se aproximava. Poderia ser um desconhecido na fila do mercado, a prima de um amigo, o vizinho, qualquer um parecia se servir das ondas que supostamente a criatura deveria emanar e passavam a lhe contar em poucos minutos de conversa histórias da vida, temores, sentimentos e, frequentemente, alguma história trágica amorosa. Mesmo depois do fato se repetir inúmeras vezes ainda sentia o mesmo frio percorrer do coração ao estômago e vice versa enquanto ouvia pacientemente uma declaração não dita, um arrependimento amargo ou os sentimentos a muito esquecidos e que não se sabe como ressurgiram à mente.

Às vezes se olhava no espelho, fitava seu perfil e refletia (em todos os sentidos) o que havia de diferente que parecia despertar essa vontade de “confessar” nas pessoas. O espelho não lhe disse nada, ela também não imaginou algo plausível que respondesse a questão.

Concluía sempre, entretanto, que todos temos muito em comum, mais do que imaginamos, mais do que aquilo que podemos imaginar.

Não há nada de novo nisso, mas cada vez que ouvia as palavras vindas de diferentes pessoas sentia o formigamento subir e descer dentro de si, sempre como se descobrisse pela primeira vez.




sábado, 30 de abril de 2011

Hoje







Me sinto uma explosão. Uma bomba atômica.

Gostaria que todo o mundo explodisse comigo...

Uma explosão de felicidade e nada mais seria preciso.






quinta-feira, 14 de abril de 2011

Não me arrependo de nada.'

Cansada do dia entrei no chuveiro com a sensação de que nunca mais sairia de lá, mas após os primeiros minutos alguém tocou a campainha. Não ouvi. Não quis ouvir.

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A utopia de um mundo perfeito, com pessoas boas e caridosas por todas as esquinas a se abraçarem e desejarem um planeta auto-sustentável plantando mandioca no quintal para os pobres e guardando suas idéias filosóficas que respondem a tudo em papeis amarelados nas estantes parece ainda existir.

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Adoro utopias, amores platônicos, sonhar com o impossível... Mas de repente me vejo em frente a um computador pensando pessimistamente que nada mais mudará a vida dos homens.

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Eu? Eu? Você tá aí? Eu, fala comigo! Tem alguém que parece gente grande no seu lugar me dizendo que as coisas são do jeito que estão e devem ser porque sempre foram assim.

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Sempre? O que é sempre?

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Eu? Volta! Quero voltar a ver a beleza de ser humano, e a loucura de ser pensante.

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... Nossos sonhos são tão loucos que quando acontecem achamos que estamos dormindo.

domingo, 11 de julho de 2010

Perto do fogo, meu amor.

Quando eu olho pra mim na foto da parede tento imaginar o que eu diria se quando pequena visse a Helena de agora.
Talvez eu desse risada... Provavelmente guardaria a foto embaixo da cama, porque é lá que nossos monstros se escondem.


Desejar é como nadar contra a correnteza, quanto menos se tem mais se quer.

Quem me conhece vai achar que ando louca (pouca novidade até aqui x) mas eu sempre tive dificuldade pra falar... falar da vida, conversar besteira, mas principalmente pra expressar meus pensamentos. Contar as coisas que eu imagino chega a ser penoso. Não há combinação de palavras que me agrade e quanto mais eu falo mais distante e diferente do pensamento fica.

Uns dias atrás eu escrevi contando que sempre pedi sabedoria, como se fosse algo que viesse em caixas. Ontem - será que foi ontem mesmo? - enquanto conversava me disseram algo intrigante, “Você lê como se fosse o último dia da sua vida, estuda como se quisesse absorver tudo de uma vez, já pensou se um dia você simplesmente esquece de tudo? Se um dia nem seu nome você conseguir lembrar?”
Aquilo doeu. Não foi a primeira vez que palavras me acertaram com violência, mas foi uma dor tamanha que sai pra beber água e não chorar.
O choro ficou guardado em um dos meus potes de sentimento, era para ter jogado fora, mas acabei guardando em baixo do travesseiro.

Na vida o tempo passa e a gente não sente.
Quando criança eu gostava de tirar fotos e fazia mil e uma performances, as pessoas riam e eu achava elas idiotas por não me entenderem. Continuo achando as pessoas idiotas.
Por que não ser louco? As pessoas nem sabem o que é ser louco.
Por que deixar de ser você mesmo por causa do vizinho que não é ele mesmo por medo?
É tempo de esquecer o que os outros pensam de você. E daí que me achem louca? Eu sou eu, e licuri é o diabo.




Meus pensamentos são a parte mais viva de mim.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Eu vejo mil cores na escuridão.

Quando a falta de sentido reina eu me sinto em casa e de pijama.
Andei relendo umas coisas que escrevi há tempos e vi o quão louco são aqueles que me entendem (supostamente), pois, metade dos pensamentos eu vejo no papel e quando procuro pela outra metade observo que se foram nos corredores da mente.


E ela louca pela rua foi questionada o porquê de deixar tudo para trás, sua vida, sua casa, seu mundo. Disse apenas, Não deixei de viver, retrucaram, Pois então vá para casa, ela suspirou e pensou, O meu mundo é poesia para quem assim quiser o ver.


É tão difícil ser jovem. Se preocupar com a aparência e com as futilidades fingindo aprender a vida nos livros, quando na verdade espera pela experiência.
Andar pelas ruas à espera de um acontecimento que o transforme em um ser inigualável, acreditar em absurdos... na juventude há vontade de abraçar o mundo.
Escolher. Escolher o quê? Quem disse que é necessário escolher?

Na volta para casa passei por um garoto sentado na cadeira, olhar compenetrado, roupa de academia e um cabelinho que eu diria engomado. Não era a primeira vez que o via naquela ‘performance’.
Cumprimentei. Com voz de mil preocupações ele me respondeu, Boa tarde.
Fiquei com vontade de olhar nos seus olhos e perguntar se o que lhe afligia eram os quilos a mais do final de semana ou a possível namorada que não havia ligado ou quem sabe são as notas em ritmo descendente.
Enquanto descia as escadas imaginei... até o momento em que a situação se desfez num balde de juventude.
Pensei então que o problema estava em ser jovem e nas idiossincrasias que isso arrebata. Viver constantemente no pelourinho e apanhar com as experiências, as idéias, as motivações.

É difícil ser jovem e não ter nada ao mesmo tempo em que se é dono do mundo.


Talvez, suas preocupações fossem sérias, mas os meus olhos só captaram alguns detalhes...

domingo, 6 de junho de 2010

Mais um

Sobre a loucura de ser humano.

Quando eu era menina e sentava nos degraus da escada, me debruçava nas grades que me separavam da rua. Passava horas naquela posição – isso quando não tinha ninguém pra brincar – e observava o movimento das pessoas.
Tinha um menino, mais velho que eu, meio cego, meio magrela, meio descalço. Lembro dele lá no portão ou passando pela ladeira.
Um dia ele veio subindo, meio sujo, meio cansado, meio sozinho. Pra mim ele parecia um menino bom.
Por onde teria andado? Por onde será que ele anda?

Várias vezes eu sentei naqueles degraus e pedi sabedoria... Hoje eu não sei mais dizer o que sabedoria significava para mim naquela época, mas, agora, sentada em outros degraus, eu continuo pedindo.
Se eu recebesse toda a sabedoria que peço em caixas, ao longo de tantos anos, já teria abarrotado os cômodos da casa e com sabedoria pediria um pouco de ignorância.
Só na escuridão se é capaz de ver a luz, isto é, em um dia claro de sol um poste aceso não muda nada, só notamos sua presença no breu da madrugada.




Obs.: O Loucura Contagiosa completou dois anos no mês passado. Não cheguei a comentar, até porque esqueci... Entretanto, marcianos mandaram uma mensagem subliminar.

Minha felicidade começa no sorriso e se estende nas palavras.



A todos que me aturam e gostam do loucura, obrigada!
B'jos e Q'jos ;)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

1ª pessoa do singular.

Tem dias que não poderia ser mais bonito ver aquelas luzes piscando loucamente por todos os lados e ouvir aquele barulho insuportável, mas só que na maioria das vezes é meu maior castigo.

Tenho uma vida que é minha, ou supostamente minha, tenho sensações que eu também acho que me pertencem, mas eu posso te dizer que são as mais loucas. Não sei como é que as outras pessoas vêem e cheiram e ouvem e pensam e se expressam, mas em mim, às vezes, parece uma lente de aumento, de repente eu sinto tudo mais perto, tudo mais em mim.

Eu saio de mim e vejo que estou onde estou fazendo qualquer coisa que eu esteja fazendo.

O real seria assim? Como será a realidade pra você?

Não consigo me enxergar sentada escrevendo e ouvindo o que estou ouvindo (...) me sinto um reflexo (...) como se eu, na verdade, estivesse em algum lugar do mundo fazendo qualquer outra coisa e tivesse deixado um pedaço em casa pra digitar as emoções.

Mas eu quero ser o pedaço que vai pelo mundo! !

Eu quero enlouquecer na realidade dos meus pensamentos e ao mesmo tempo sair da minha cabeça. Assim fica difícil.

Convenhamos, ando rindo das minhas loucuras, é cada coisa sem sentido que passa. Será que você realmente entende o que eu digo? Quem sabe... quem saberá?

Talvez eu seja eu mesma. E isso já basta... ou deveria bastar.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Amor a loucura.. loucura contagiosa.

Para todos os loucos de plantão:


Hino Dos Malucos - Rita Lee

Nós, os malucos, vamos lutar
Pra nesse estado continuar
Nunca sensatos nem condizentes
Mas parecemos supercontentes
Nossos neurônios são esquisitos
Por isso estamos sempre aflitos
Vamos incertos
Pelo caminho
Nos comportando estranhos no ninho
Quando a solução se encontra, um maluco é do contra
Mas se vai por lado errado, um maluco vai do lado

Malucos, a nossa vida é dar bandeira
ligando a luz da cabeceira,se a água pinga na torneira
Malucos, a nossa luta é abstrata
já que afundamos a fragata,
mas temos medo de barata

Nós, os malucos, temos um lema
Tudo na vida é um problema
Mas nunca tente nos acalmar
Pois um maluco pode surtar
Os nossos planos são absurdos
Tipo gritar no ouvido dos surdos
Mas todo mundo que é genial
Nunca é descrito como normal
Quando o papo se esgota,
um maluco é poliglota
Mas se todo mundo grita,
um maluco se irrita

Malucos, somos iguais a diferença
e todos temos uma crença:
seguir a lei jamais compensa
Malucos, somos a mola desse mundo,
mas nunca iremos muito a fundo
nesse dilema tão profundo

Malucos, a nossa vida é dar bandeira,
ligando a luz da cabeceira,se a água pinga na torneira
Malucos, a nossa luta é abstrata,
já que afundamos a fragata,
mas temos medo de barata

=)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

faça um BUUUUUUUUUUUUUUUUM bem grande ! [2]

VRUUUUUUUUUUUUUUUMMMMM ! ! ! ! !*poeira nos olhos*

E lá vêm Craudiano a todo vapor minha gente!!!

A galera vibra de emoção!!! Ele passou a 250 km/h!

(AAAAAAAAAAAAAAAÊÊÊÊÊ)

Vai Craudiano, vaaaai que ainda dá tempo, vaaaaaaai que é tua meu camarada!!!!




Adrenalina pura correndo no sangue dos seguidores do Loucura Contagiosa e que querem com muita garra conseguir a SUPER HIPER LEGAL camisa customizada.


O que você quiser mandar é só anexar num email com o assunto: Faça um buuum bem grande, e enviar para o endereço: soufeliz17@hotmail.com .



Por que ‘faça um buuuuum bem grande’?

É só pra não misturar com meus outros emails mesmo.



E pelo amor de meu santinho! Não se esqueçam de colocar o nome de vocês no email!!!



Só concorrerão os emails enviados até o dia 21 de novembro!!

Poxa, mas 21/11 tá tão longe.

Pois é, esses dias eu tenho prova e ninguém vai querer ganhar uma camisa mal pintada XD.





Quem não é anormal que atire a cabeça na primeira pedra.